Um dos maiores desafios da vida moderna é alcançar a selfie e/ou foto “natural” perfeita para postar nas redes sociais e massagear o ego. Todos os dias milhões de Homo Sapiens Sapiens dedicam sua existência à concretização desse objetivo. Para isso foram desenvolvidos objetos de altíssima tecnologia que vão desde o pau de selfie a celulares que disparam com apenas uma piscadela ou um sorriso do usuário.
Tal evolução, juntamente com os padrões cada vez mais elevados impostos pelo Instagram e GoPro Hero 1, 2, 3, 360, 649, alteraram o eixo fotográfico da Terra. A situação é tão extrema que pedir à um desconhecido para fazer uma foto sua no ponto turístico é algo obsoleto, quiçá surrealista. Afinal, como ele vai fazer a foto direito? E o ângulo? E se não valorizar o meu lado bonito do rosto? E se cortar meu pé?
Pois bem, o que nos resta? Ou melhor? Quem nos resta? Sim, eles mesmo… os companheiros de viagem! Namoradas(os), maridos, mulheres, amigos e parentes que em sua inocência acharam que iam fazer uma viagem para relaxar. Ha-ha-ha…ledo engano, mal sabem eles das 1347 mil fotos que terão que bater “agora na parede”, “agora mergulhando”, “agora mostrando o sapato”, “agora de óculos” e assim sucessivamente.
Há porém uma boa porcentagem desses personagens que por falta de noção, habilidade e/ou vontade e/ou já estão de saco cheio de viajar contigo e/ou na próxima vez ficarão em casa assistindo Netflix com certeza…arruinam ca-da uma das suas fotos (pausa dramática). 😭 Dentre eles, o meu marido. Observem as fotos que eu tiro dele e como ele me retribui:









Pra finalizar, uma foto que representa o que a gente espera quando diz “- Agora faz uma minha” e entrega a câmera e nosso voto de confiança para o indivíduo:

Se você compartilha dessa dor aproveite para deixar aqui sua indignação e expor o coleguinha.
Até a próxima!
Atualização: O marido já se comprometeu à tomar vergonha e me ajudar a fotografar como uma blogueira de viagem super famosa (que eu não sou…mas #quero).
